Portugalidade
nos nossos apartamentos
A ALMARIA traz para o interior dos apartamentos EX LIBRIS a portugalidade e os elementos característicos da zona envolvente e da história e cultura locais, tornando-os absolutamente especiais e únicos na cidade.
A ALMARIA traz para o interior dos apartamentos EX LIBRIS a portugalidade e os elementos característicos da zona envolvente e da história e cultura locais, tornando-os absolutamente especiais e únicos na cidade.
Add Fuel (Diogo Machado, 1980) é um designer gráfico e ilustrador português, que tem vindo a construir uma sólida reputação como artista visual e gráfico nos últimos anos.
Inicialmente conhecido pelo seu universo visual único, repleto de criaturas alegres inspiradas em ficção científica, o artista português redirecionou, recentemente, a sua atenção para a reinterpretação da linguagem do design tradicional do azulejo, em especial, do azulejo português.
Os seus desenhos revelam uma imensa complexidade e atenção ao detalhe e o seu trabalho tem vindo a ser exposto, tanto individualmente como em grupo, desde 2006.
Trapo significa um “(…) pedaço de tecido, geralmente de tecido velho”, sendo a Trapologia a arte de juntar ou reaproveitar os tecidos, dando-lhes uma nova utilidade.
Esta arte surgiu devido à necessidade do Homem vestir-se, no entanto, hoje em dia, as suas razões serão certamente outras: numa época em que existe uma maior consciência ambiental, faz sentido que se reutilizem os referidos trapos velhos.
Na Trapologia tradicional reciclam-se trapos velhos fazendo-se uso dos teares manuais, de agulhas de tricotar e dos próprios dedos.
A cortiça é um dos produtos naturais mais caraterísticos de Portugal, sendo aliás o nosso país o seu maior produtor mundial.
É uma matéria-prima natural e reutilizável, extraída dos sobreiros a cada 9 anos, sem nunca prejudicar ou danificar a árvore.
Depois de transformada, a cortiça pode voltar a entrar no processo produtivo e ser reutilizada.
Propriedades: resistente, versátil, reciclável, leve, impermeável, hipoalergénico e com qualidades térmicas e acústicas.
Artigos em cortiça: rolhas, acessórios de moda, roupa e sapatos, mobiliário e revestimentos, de chão ou parede, entre outros.
A Chita de Alcobaça é o pano de algodão impresso mais conhecido de Portugal, representando também grande parte da história entre a Europa e a Índia, que já conta com mais de 500 anos.
A produção das Chitas foi muito combatida em toda a Europa, chegando a ser proibida.
“A primeira manufatura de impressão sobre algodão, em Portugal, nasce da associação de um inglês com um holandês, em 1690.
Na Europa, esta manufatura existia em países como a Inglaterra, França, Holanda e Alemanha. Crê-se, todavia, que a tradição dos panos de Alcobaça remonte ao século XV.” – in Suplemento do JL, N.º 819, Ano XXI.
A ardósia, também conhecida por “lousa”, é uma rocha sedimentar homogénea, de grão muito fino, opaca, resistente, que facilmente se separa em lâminas paralelas (segundo a direção da clivagem) e detentora de uma grande variedade de cores e texturas.
É composta, essencialmente, por minerais argilosos e mica laminar, que lhe conferem uma estrutura típica lisa e uma esfoliação em lâminas (xistosidade), tornando-se um material adequado à obtenção de placas para execução de coberturas, revestimentos de parede ou pavimentos, dependendo do tipo de acabamento, nos mais diversos tipos de construção.
As suas características únicas de impermeabilidade, beleza e resistência aos agentes atmosféricos explicam a sua utilização desde a antiguidade e fazem da ardósia um material com possibilidades quase ilimitadas.
Born in Lisbon, where she continues to live and work, Maísa Champalimaud (b. 1987) uses painting as a path towards self-discovery. The artist argues that her lines are marked not by political currents or ideologies, but rather, numerous influences that have left a decisive imprint.
“When I was asked to extol the greatest interpreters of the Portuguese language by portraying Lusophone writers from around the world, I couldn’t help thinking that it made perfect sense to paint them on top of the very medium that supports them: their books.”
– Maísa Champalimaud, 2014