Portugalidade
nos nossos apartamentos
A ALMARIA traz para o interior dos seus apartamentos a portugalidade e os elementos característicos da zona envolvente e da história e cultura locais, tornando-os absolutamente especiais e únicos na cidade.
A ALMARIA traz para o interior dos seus apartamentos a portugalidade e os elementos característicos da zona envolvente e da história e cultura locais, tornando-os absolutamente especiais e únicos na cidade.
Raphael Bordallo Pinheiro é uma das personalidades mais relevantes da cultura portuguesa oitocentista, com uma produção notável designadamente nas áreas do desenho humorístico, da caricatura e da criação cerâmica.
Em 1884 começa a sua produção cerâmica na Fábrica de Faianças nas Caldas da Rainha, revelando peças de enorme labor técnico, qualidade artística e criativa, desenvolvendo: azulejos, painéis, potes, centros de mesa, jarros bustos, fontes lavatórios, bilhas, pratos, perfumadores, jarrões e animais agigantados, etc.
O seu notável trabalho na cerâmica conquistou medalha de ouro em exposições internacionais (Madrid, Antuérpia, Paris e nos Estados Unidos, em St. Louis).
Fundada em 1917 na cidade de Guimarães a MAFIL é hoje um dos principais fabricantes de cutelarias a nível europeu.
A destacar são os seus talheres de prata, que vem consolidar a trajetória de qualidade e prestigio, aplicando no seu melhor a arte manual, o saber e a tradição da cutelaria Portuguesa.
“A principal área de trabalho é a iluminação e a produção de peças de todo o tipo de estruturas que possa ser executada em ferro, cobre e latão.
Num espaço de trabalho partilhado, multidisciplinar e direcionado para a reutilização, convertemos desperdícios e materiais sem uso em peças com valor e utilidade.
A inspiração vem dos materiais, da cor, da forma, da vestalidade e da história.
A unicidade é um resultado que advém naturalmente das mãos de artesão que colaboram nesta oficina.”
Os quadros presentes em todos os apartamentos ao longo do Edifício são uma criação artística de objetos encontrados no edifício, os instrumentos que dão nome aos apartamentos estavam a uso na antiga Officina da Real Casa que existia no local, encontrando-se agora valorizadas e expostas, devolvendo a Alma a este património.
Já no séc. XV, teria sido instalado na Marinha Grande um forno para apoio de reparação dos vitrais do Mosteiro da Batalha.
O vidro era obtido através da incineração de produtos naturais com carbonato de Sódio.
Foi já no ano de 1748 que o Irlandês Beare transfere a fábrica que explorava em Coina para a Marinha Grande como consequência da falta de combustível, vindo então beneficiar da proximidade do Pinhal de Leiria.
A abundância de matérias primas e de carburante vem proporcionar o crescimento da indústria vidreira na região.
Contudo só em 1769 é que o inglês Guilherme Stephens com o alvará do rei D. João V e beneficiando de todo o apoio do Marquês de Pombal fez renascer a fábrica, dando-lhe um novo impulso e prestigio, aplicando a técnica do vidro manual soprado, que deu o titulo à Marinha Grande de a Capital do Vidro.
A primeira fábrica de produção de vidro – a Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande – foi criada no ano de 1769 pelo Marquês de Pombal em favor de Guilherme Stephens.
Formado em artes gráficas em Barcelona pela Escuela Joso no ano de 2009 Formado em escultura pela faculdade de belas artes lisboa no ano de 2012.
Põe em evidencia as formas orgânicas da natureza na sua escultura, além de procurar um registo da passagem do tempo no processo de transformação dos materiais.
António Aires de Abreu foi o artista convidado pela Almaria – Edifícios com História para dar vida ao forno presente no edifício Officina Real até então adormecido.